A consultoria é composta por projetos diversos, focados em beleza e estética, onde você irá conhecer o formato do seu rosto, maquiagem e cores que mais te favorecem.
 

Tipos de Consultoria

BELEZA PLENA

Podemos chegar ao total de 40 projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, o trabalho é personalíssimo. Consiste em desenvolvimento de Projeto de Harmonização Facial, análise cromática, designer de sobrancelhas, auto-maquiagem, correção de traços, estilo, identificação de Silhueta, sugestões de produtos, look hair, ficha técnica de cortes entre outros.

BELEZA

Visando a harmonização completa da beleza este projeto chega a conclusões de todas e quaisquer modificações para que fique harmonicamente belo desde sua maquiagem a seu corte de cabelo…formatos de sobrancelha e correção dentaria entre outros.

FACIAL PARCIAL

Pode ser feita através de uma fotografia, mas estará sujeita a enganos, pois trabalhamos através das texturas de seu rosto e a fotografia é plana. A análise cromática só pode ser feita pessoalmente, pois é feita uma comparação de tecidos coloridos com seu rosto, afinal precisamos analisar a cor da pele, textura e considerar a coloração dos lábios, olhos e sobrancelhas.

Entenda melhor sobre Consultoria Visagista!

Consultoria Visagista Facial Parcial
Consultoria Visagista de Beleza
Consultoria Visagista Plena

Desde o mais remoto dos tempos na história da Humanidade o ser humano sempre deu um jeito de modificar a aparência. Dar um retoque na aparência natural que parece nunca ser exatamente como o desejo de perfeição de cada um. Pinturas faciais sempre foram usadas como recurso de embelezamento ou recado. A pintura de guerra dos índios, os olhos maquiados dos egípcios e as divas do cinema são exemplos claros. Na época atual muitos não se contentam apenas com os recursos infinitos e prodigiosos da maquiagem e levam a insatisfação com a aparência ao extremo absoluto mutilando o rosto ou o corpo até se tornarem um espectro de si.

Estamos em uma nova era onde a inversão de valores, a insatisfação com o tipo físico, a superficialidade são alimentados pela força da comunicação moderna que determina o que e quem é belo e o que ou quem não é, algumas vezes gerando confusão entre pessoas mal informadas, influenciáveis e por isso mesmo mais suscetíveis, levando-as a não perceber o que é  estética e o que é loucura.

Robson Trindade, o mestre do Visagismo Acadêmico, conta a história do Visagismo no Brasil, desde seu início até o panorama futuro da profissão

08/05/2017 ENTREVISTAS

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Robson Trindade revolucionou a formação profissional no Brasil ao levar a arte de harmonizar a imagem pessoal para as universidades, ao mesmo tempo, esse educador nato é um cabeleireiro de sucesso com muita história para contar.

“O visagismo surgiu na minha vida em 1994, quando o Jacques Janine trouxe o visagista francês Claude Juillard para ensinar o método aos hairstylists da rede. Depois fui para a França e completei todos os módulos. O tempo passou, 2004 abri o Red Door e em 2008 fui convidado para atuar como professor na graduação em Visagismo e Terapia Capilar na Anhembi Morumbi. Tive a oportunidade de estruturar uma grade de visagismo acadêmico, já que meu histórico me permitia dar aulas em faculdades. Tudo que havia feito lá atrás passava a fazer mais sentido para mim.

Anos antes, trabalhando no Jacques Janine, já sabia que o futuro do mercado de beleza estava na educação dos cabeleireiros. Chegava a hora de levar aquilo que aprendi para dentro da universidade. Ali podia transmitir um conhecimento consistente sobre construção de imagem, aparência… Coisas importantes para um profissional que lida com o visual. Daí, não parei mais. Ensinei marketing, gestão, moda em diversas escolas, como Belas Artes, Panamericana de Artes e Senac, inclusive em pós-graduação.

Sou pioneiro no visagismo acadêmico e quero deixar esse legado. Ajudei a construir a pós-graduação da Anhembi Morumbi e desenvolvi um MBA em parceria com a Universidade Estácio de Sá, que é o primeiro do tipo no Brasil.

E esse é o futuro do mundo da beleza: ele não irá mais permitir que um profissional seja autodidata, é preciso estudar!

O visagismo estuda o rosto, que é o cerne da identidade do indivíduo. Quando a gente conhece uma pessoa, também sabe de que tipo de coisas ela pode precisar, da roupa aos acessórios. Conseguimos visualizá-la da cabeça aos pés. Analisar a face é uma questão, descobrir o que compõe o ser humano é outra. O visagista olha o indivíduo como um todo, consegue enxergar alguém interna e externamente, ele descobre quem você é e identifica quais imagens quer construir a partir da sua aparência. Acredito que, em 20 anos, o profissional de beleza será, antes de tudo, um visagista, e a partir daí se tornará um expert em cabelo, maquiagem, etc.

Procurar um expert é uma tendência nos dias de hoje. Com base nisso, temos o Red Door, que é um salão, e o Red Team, um escritório de engenharia de imagem, que vende projetos de consultoria especializada.”

O uso dos estudos de temperamentos e personalidades no Visagismo, uma abordagem didática

O Visagismo, é uma compilação de diversas linhas de estudo e ciências de diversas áreas diferentes de atuação, algumas realmente muito antigas, o que torna os alicerces do Visagismo cada vez mais sólidos e sua atuação cada vez mais abrangente, pois não se dirige apenas à indivíduos, como também a produtos e ambiente corporativo em geral.

Como há muitas dúvidas e falta de esclarecimento acerca do estudo dos temperamentos e personalidades, essa matéria irá explicar de maneira breve, porém didática em que consiste esses estudos e como o Visagismo acadêmico se utiliza dessas ferramentas no dia-a-dia para a elaboração de trabalhos como o Dossiê Visagista e a Análise Visagista Facial Parcial.

Temperamentos

A palavra temperamento deriva do latim temperamentum, que literalmente significa ‘mistura de coisas em determinadas proporções’. Existem relatos sobre a existência dos quatro temperamentos desde o médico Hipócrates (460 a. C. a 370 a.C.), porém Rudolf Steiner, filósofo e profundo estudioso de Goethe (autor da Teoria das Cores) conhecido como o fundador da antroposofia, hoje utilizada e estudada no mundo inteiro, estudou e publicou diversos materiais, discorrendo à respeito dos temperamentos de forma bastante didática, por conta disso, essa matéria se utilizará de seu conhecimento acerca dos temperamentos segundo os conceitos de Steiner.

Os temperamentos são divididos em quatro grupos (sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico). Na maioria dos indivíduos, coexistem dois ou mais temperamentos, sendo extremamente raro encontrar alguém que represente um único temperamento de forma pura, porém vale a pena lembrar que qualquer indivíduo pode passar pelos quatro temperamentos em um dia.

Cada temperamento, possui ligação com um elemento da natureza (terra, água, ar e fogo), a seguir, a breve descrição da criança de cada um dos temperamentos:

Sanguíneo – Elemento ar

O indivíduo sanguíneo pode também ser chamado de aéreo, pois o corpo leve e ágil parece viver acima do chão, nunca pára durante muito e tem a alegria como seu estado predominante e não se prende muito tempo a uma tarefa.

Geralmente é inteligente, mas carece de foco e concentração e tem predileção por alimentos azedos e picantes.

Não é usando a força que pode se dominar esse temperamento, deverá utilizar uma inclinação afetiva, pois só assim através de um verdadeiro amor fixar-se-á mais demoradamente em seu objeto de afeição.

Melancólico – Elemento terra

O temperamento melancólico é em todos os sentidos, oposto ao sanguíneo. No lugar de leveza e alegria, temos o peso e a tristeza. O indivíduo cria em si um mundo imaginário onde gosta de se isolar, embora esteja no fundo, ávido por afeição, compreensão e atenção. Seu próprio corpo parece ser um fardo.

Os movimentos são mais lentos e desajeitados, contrastando com a agilidade da criança sanguínea, por essa razão, o melancólico não é facilmente aceito pelos colegas, reforçando a tendência à solidão e o ensimesmamento.

Esse ensimesmamento, conduz a um egocentrismo exagerado. O indivíduo tem uma tendência para doenças, e qualquer mal estar o arrasa. Sua sensibilidade tanto física como psíquica são extremas.

O melancólico come pouco e geralmente sofre de problemas de digestão, em compensação, gosta de doces e balas. A amargura diante da vida reflete-se na denominação deste temperamento: melancolia significa a presença de “bílis preta”.

Colérico – Elemento fogo

É fácil convencer qualquer um da ligação do temperamento colérico com o “fogo”. Seus períodos de concentração não duram muito e na primeira ocasião “estouram” numa atitude de violência descontrolada e fora de proporção com a causa do incidente. Após terminado o acesso de raiva, o colérico será o primeiro a lamentar seu comportamento e tomar as melhores resoluções – até a próxima vez.

É nos intervalos que o colérico se torna acessível, tentar argumentar com ele durante um acesso de raiva é inútil e serve apenas para deixá-lo mais furioso, porém, nos períodos “normais”, o colérico sofre com sua falta de autocontrole. Em geral, o colérico também possui muitas características positivas, é responsável, corajoso, perseverante e aplicado, um líder nato, seus conceitos de moralidade são simples e por vezes simplistas, o mal tem que ser contido com toda a energia.

Nunca se deve tratar coléricos com ironia ou críticas mesquinhas, pois atrás das aparências duras e violentas, em geral se esconde uma alma delicada e sedenta de carinho.

Fleumático – Elemento água

Na criança fleumática observamos uma nítida preponderância dos processos “viscerais”, isto é, do elemento “água”. O corpo gorducho, a sonolência quase crônica e a falta de interesse com o que acontece ao seu redor, indicam que o fleumático se encontra absorvido por seus processos metabólicos.

Seria errado no temperamento fleumático, considerar apenas os lados negativos. A constância de seus sentimentos, leva a uma bondade e uma fidelidade fora do comum. Atrás da impassividade de sua expressão, esconde-se muitas vezes uma inteligência prática fora do comum, e sua lentidão para captar impressões e conhecimentos novos, é compensada pela perseverança, calma e espírito metódico.

O fleumático é um introvertido, porém não sofre disto como o melancólico, ele aprecia não ser incomodado. Grande parte de sua atenção se concentra na comida e na alimentação, que é a primeira fase dos processos metabólicos que predominam seu temperamento.

Como tem tendência para dormir muito, devem-se reduzir as horas de sono. Em vez de sopas, pudins e doces que ele adora, convém aumentar o consumo de frutas, saladas e alimentos bem salgados. De modo geral, é preciso lutar contra a gordura e exigir movimentos físicos.

Personalidades

Já a palavra personalidade deriva do latim personare, persona = ressoar, máscara; é o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, agir e sentir (individualidade pessoal e social). Muitos estudiosos discorreram sobre esse assunto, porém essa matéria irá relatar brevemente somente três deles que tiveram grande importância para o entendimento da população e de profissionais de diversas áreas diferentes de atuação profissional.

Carl Gustav Jung

“A personalidade como expressão da totalidade do homem foi circunscrita por C. G. Jung como sendo o ideal do adulto, cuja realização consciente por meio da “individuação” representa o marco final do desenvolvimento humano para o período situado além da metade da existência. Jung, em todas as suas últimas obras, dedica atenção especial à compreensão e à descrição desse escopo. No entanto, é fato evidente que o “eu” se forma e se fortalece na infância e na adolescência. Seria inconcebível ocupar-se alguém com o “processo da individuação” sem considerar devidamente esta fase inicial do desenvolvimento.” O desenvolvimento da personalidade

A personalidade total ou psique, como é chamada por Jung, consiste de vários sistemas isolados, mas que atuam uns sobre os outros de forma dinâmica.

 

Os principais sistemas correspondem, na psicologia analítica de Jung, ao ego, ao inconsciente individual e ao inconsciente coletivo, à persona, à anima ou animus, e à sombra. Tais elementos, como um todo, formam a personalidade total ou Si-Mesmo (em alemão Selbst, e em inglês Self). Os conceitos de introvertido e extrovertido, também foram criados por Jung.

Sigmund Freud

 

Com base no relato de pacientes a respeito de suas fantasias, sintomas neuróticos, lembranças e sonhos, Freud desenvolveu uma teoria sobre a estrutura da personalidade humana (Teoria da Personalidade) e a dinâmica de seu funcionamento. Segundo ele, nossa personalidade é formada por três instâncias: id, ego e superego.

 

Pode-se visualizar a dinâmica entre essas três instâncias da seguinte maneira: energias determinantes de desejos, originárias do id, devem chegar ao nível do ego para que este possa articular ações supressoras das necessidades então impostas. Se o ego irá dar conta de fazê-lo ou não, este é um problema que diz respeito às possibilidades reais de que dispõe o indivíduo. Não é esse o tema prioritário da teoria de Freud.

 

Rudolf Steiner

Rudolf Steiner ensina que a vida humana é caracterizada por ciclos de 7 anos (setênios), marcados pela predominância de determinada configuração anímico espiritual, e o desenvolvimento da personalidade ocorre da mesma forma.

A personalidade não nasce com o nascimento! O eu de um recém-nascido é tão velho como o de qualquer outra pessoa. Na presente encarnação, porém, ele ainda não permeou os diversos envoltórios terrenos.

No decorrer da vida, o eu procura realizar-se, a si e ao seu carma. Pais e educadores devem ajudá-lo nessa tarefa.

Daí a grande responsabilidade de quem lida com crianças. Não se pode criar uma personalidade, um eu! Mas pode-se favorecer ou dificultar o seu desabrochar correto.

Muito do que é aprendido na vida infantil, e esquecido depois, reaparece mais tarde, sob forma de faculdades adquiridas. A lei da metamorfose domina a evolução da criança de forma intensa, porém permeia toda a vida do indivíduo.

Esses são apenas alguns poucos aspectos acerca desse assunto, em que o Visagismo acadêmico se empenha em estudar para que o trabalho de Visagismo pessoal, empresarial ou de produtos seja o mais completo e profundo possível, atendendo as expectativas de seus clientes no intuito de melhorar suas imagens e assim, realizarem seus objetivos.

Visagismo Acadêmico e o Profissional Visagista

1. Introdução

A Professora Mestre Tania Britts Trindade explica quem é o profissional Visagista e como ele pode utilizar todos os recursos possíveis para otimizar ao máximo a identidade visual de seu cliente.

2. Surge o Visagista

Com o advento no Brasil de cursos universitários das áreas de saúde e moda, onde o Visagismo está inserido, nasce uma nova era e uma nova profissão em nosso país: o Visagista.

Traz em sua performance a oportunidade na execução da engenharia da imagem, podendo não só exercer com maior conhecimento os recursos habituais do embelezamento (cabelo, maquiagem, ou outros tantos recursos de estética), mas ainda, podendo optar por ser um Consultor Visagista Pleno, profissional que executa análises e projetos para imagem pessoal.

3. O Visagismo e o Visagista

O Visagismo é um estudo que habilita o profissional a identificar a real imagem por trás de uma pessoa, identificando quem ela é e quem ela parece ser.

Técnica capaz de criar e produzir novas possibilidades de comunicação através da imagem, sempre respeitando as fragilidades e seguindo as potencialidades de cada pessoa.

É necessária uma extrema sensibilidade, conhecimento  e habilidades específicas, para ser um visagista –  “É preciso enxergar além da aparência”.

O profissional deve valorizar e priorizar o indivíduo, afastando qualquer tendência efêmera que possa influenciar na manipulação da imagem de forma desmedida e impensada.

Para o profissional de Visagismo, não basta somente teoria, a matemática, as habilidades práticas do embelezar…. o conhecimento teórico tem de ser aliado a capacidade analítica e reflexiva sobre o potencial de cada indivíduo, uma vez que está intimamente ligado a autoconfiança, a sua autoimagem e a potencialização da  autoestima.

4. Conclusão

Com esta perspectiva do mercado profissional um novo rumo é proposto para o Visagismo Acadêmico e para todos os profissionais Visagistas.

De cabeleireiro por repetição a mestre do Visagismo no Brasil, referência no mundo acadêmico
  1. Introdução

Cabeleireiro por tradição familiar quebra barreira de estagnação onde executar um ofício e ganhar dinheiro satisfaz como um lugar comum.

Abaixo um depoimento sobre a evolução do professor de Visagismo acadêmico Robson Trindade dentro do mercado da beleza, tornando-o autor de livros de Visagismo acadêmico e mestrando em tecnologias da inteligência.

O professor Robson Trindade herdou de sua mãe a profissão de cabeleireiro.

 

Ela estudou até o quarto ano primário e se tornou uma cabeleireira com uma clientela de dar inveja, fala bem, se veste e se porta muito bem perante suas clientes, mas ele confessa que tudo isso é fruto de uma postura autodidata.

  1. A necessidade da educação

Aí não basta ganhar dinheiro, é preciso surpreender o mercado em que a gente atua.

Os salões de beleza ganham dinheiro e se acomodam, achando que a vida vai continuar sempre assim.

Porém cada vez mais é necessário você buscar conhecimento, entender de moda, entender de história, geografia, geometria, matemática, gestão, então a grande surpresa e o grande diferencial foi buscar estudo, buscar conhecimento e continuar trabalhando como cabeleireiro.

Investi o dinheiro que eu fui ganhando, bastante dinheiro, mas não só investi em bens, mas também consolidando minha educação através de cultura, através de educação para melhorar ainda mais aquela cultura porque não queria ser enganado ou não ter respostas diante de algum questionamento de minhas clientes.

 

  1. O problema da falta de qualificação do mercado

Com o passar do tempo fui percebendo que existia muita fragilidade no mercado de cabeleireiros.

Muitos profissionais falavam errado até o nome da atividade profissional, muitos profissionais explicavam coisas para as clientes, que não eram fruto da verdade, mas eles eram enganados por quem atendia eles vendendo um produto ou vendendo uma técnica, e eles na simplicidade, também vendiam para suas clientes uma informação errada.

E eles vendiam com tanta segurança e tanta firmeza porque eles acreditavam no que tinham falado para eles, e na verdade, nós profissionais fazíamos isso porque éramos enganados, mas a gente fazia com fé acreditando que aquilo era verdade.

  1. Carência de estudo

Aí você vai descobrindo e percebendo com o passar dos dias que não basta todo dia levantar cedo, se arrumar, se produzir, estar bonito, perfumado, ter bons equipamentos, ter um belo ofício.

É preciso ter profissão mesmo, e profissão pode ser uma profissão de cabeleireiro, mas precisa ter uma graduação, precisa ter uma pós-graduação, precisa ter uma especialização, precisa buscar cada vez mais oportunidade de ler, oportunidade de estudar, oportunidade de pesquisar, mas você pode continuar fazendo aquilo que você gosta como cabeleireiro.

 

Contudo você não vai ser mais enganado e aí você não vai mais enganar também a sua cliente e lá atrás, alguns anos atrás isso parecia uma utopia, parecia uma coisa desnecessária.

Por que, para quê fazer isso? As clientes também não conhecem nada elas também não sabem então eu era enganado e enganava elas inconscientemente, mas elas também não sabiam.

Então eu era enganado, enganava elas inconscientemente e elas também não sabiam e ficava por isso mesmo.

  1. O mercado e as clientes evoluíram

Mas elas podiam um dia despertar e aí eu estaria perdido, então me preparar, estudar e evoluir ia fazer com que eu fosse um melhor profissional e para a minha sorte, eu me preparei, o mercado evoluiu e as clientes ficaram mais inteligentes.

Com o advento da informática, com o advento da internet e com as informações de maneira muito instantânea, fez com que se você falar uma coisa que não é verdade, mesmo que você acredite nessa mentira contada por alguém, e você acredita por causa da simplicidade do profissional de beleza, a cliente sabe que não é verdade e ela surpreende você dizendo:

‘o que você está falando está errado’ e ele fala

‘não, fulano me disse que está certo’ e ela fala

‘não, está errado por causa disso, disso, está aqui na internet, está errado’.

  1. “Sub” atividade

E aí surge uma situação onde o profissional de beleza passa a ter uma ‘sub’ atividade, porque ele passa a ser identificado como alguém que não sabe o que faz nem o que fala, faz por repetição. Aprendeu a fazer porque viu alguém fazendo e repete exatamente o que alguém fez.

 

Então aprende sua habilidade de execução por repetição, e também fala para a cliente aquilo que escutou também por repetição, quase como se fosse um papagaio, então estudar deu uma grande, uma imensa oportunidade de abrir uma avenida enorme na minha vida profissional.

  1. Mudança de foco dentro da profissão

E aí eu olho para o mercado e penso assim: ‘eu sou o melhor do mercado, eu sou o mais inteligente do mercado’.

Não, fez com que eu olhasse para o mercado e pensasse: ‘eu tenho que ajudar, agora eu tenho que olhar para o mercado e me dedicar a ensinar as pessoas que elas precisam aprender também o que eu aprendi’.

Então eu abro mão da minha vida profissional e pessoal e começo a trabalhar ensinando e estruturando cursos universitários, me dedicando dias e dias, dando aula em pé e ensinando para as pessoas o que elas tinham que aprender.

E depois das aulas, levando para minha casa trabalhos e provas para corrigir e depois ensinando, ensinando, ensinando e começando a criar um legado de pessoas que passaram a entender que estudar era tão importante quanto saber fazer o trabalho.

E aí você vê as pessoas começarem a atender clientes e a dar entrevistas e a falar em seminários, congressos e palestras, conteúdos que você fala ‘elas entenderam, elas aprenderam, elas sabem o que falam hoje’.

  1. A diferença de alguém que estudou com alguém que não estudou

 

Às vezes a gente vê uma blogueira falando uma coisa num vídeo do Youtube por exemplo, e fala:

‘ela está falando uma coisa que não existe, ela está falando uma coisa que ela não sabe’, e aí eu fico com dó, eu falo assim:

‘é porque ela não estudou’, mas hoje nós temos muitos cabeleireiros que aprenderam com técnica, que se graduaram, se pós-graduaram, que tem inúmeros trabalhos de pesquisa científica em várias áreas, nas áreas de química cosmética, nas áreas de tricologia, em áreas do Visagismo, que é o grande ‘boom’ do mercado e que é a plataforma que eu mais estudo, o Visagismo acadêmico, porque trabalha na imagem das pessoas, sobre a plataforma da aparência.

  1. Conclusão

A grande verdade é: o cabeleireiro evoluiu, o cabeleireiro hoje é um profissional acadêmico, o cabeleireiro hoje atende uma cliente, não fazendo o cabelo dela, mas entendendo quais são seus desejos e anseios e entregando para ela uma imagem alicerçada na sua aparência.

 

Isso tudo de acordo com o compromisso que ela tem, respeitando o horário do compromisso e entendendo qual é a necessidade entre a estação do ano, a roupa que ela vai usar, quem ela vai acompanhar, se ela vai palestrar ou se ela é a homenageada.

Então hoje existe uma conexão entre o profissional, a cliente e o acontecimento, porque o profissional deixou de ser alguém por repetição, deixou de ser um papagaio, hoje ele é um profissional.      

Recursos de Beleza no Século XXII

Robson, você está falando muito da questão do século XXII. Aí eu te pergunto:

Hoje estou vendo a questão do táxi… pontos de táxi já não existem mais.

 

As pessoas tem um aplicativo que fornece mais rápido, mais acessível e mais seguro.

Você acha que isso pode acontecer com os salões de beleza?

Sim, eu não acho, eu tenho certeza. Porque o mercado vem evoluindo muito rapidamente. Antes nós falávamos de 10 em 10 anos, hoje eu estou falando de século. Por quê? Porque é tudo muito rápido, tudo muito veloz.

A velocidade, quando a gente pensa nos recursos eletrônicos, são coisas sensacionais, isso vai mudar de maneira absurda, e quando a gente fala de antecipação, é tentar pensar o que vai acontecer lá na frente.

Então, se você ficar estagnado no lugar, você acaba falecendo nesse recurso de trabalho.

Eu lembro que um colega meu, me disse a pouco tempo atrás, eu posso dizer o nome dele… ele é meu amigo, não vai se importar, até porque ele me consulta sempre, ele me tem como se eu fosse o pai dele, chama-se Luciano Cavalcante, ele falou “poxa, estou pensando em investir um dinheiro e comprar alguns pontos de táxi”, eu falei para ele “meu, esquece isso, isso é coisa do passado”, ele falou “não, ponto de táxi dá uma grana, a gente pode vender, pode comprar” e assim por diante, e eu falei para ele que achava que não era um bom investimento.

Ele acabou não fazendo o investimento, e logo depois surgiu o 99 Táxis.

Então assim, se eu sabia que ia surgir? Não, eu não sabia, mas eu achava que aquele formato já era muito antigo, não era possível que permanecesse daquela maneira.

 

Então quando a gente fala de recurso de beleza, os recursos de beleza eles dependem da pessoa, do indivíduo, então o salão de beleza tem como cliente os seus profissionais, esses profissionais têm como cliente as pessoas que ele atende.

Uma pessoa que tem um salão, que pensa que o cliente dele é a pessoa que é atendida, ele se engana.

Porque sem um profissional não tem como ele fazer.

Então é muito claro, pra mim, que essa aproximação entre profissional e cliente vai se tornar cada vez mais próximo e que esse ambiente de salão vai desaparecer. Por quê? Porque a pessoa pode simplesmente de alguma maneira digital, virtual, acessar um profissional muito próximo da casa dela e adquirir esse serviço imediatamente.

Ela pode chamar uma manicure, uma maquiadora…

Pode programar isso para que ela seja atendida na hora, no lugar, no momento em que ela precisa.

Então os espaços de beleza vão perder esse formato.

O que eu entendo é que a gente vai ter aí pequenos estúdios, para atendimento in loco, porque a pessoa vai se dirigir a esse lugar, pois lá ela vai poder levar o vestido, o sapato, o acessório, e o profissional visagista, vai dizer: usa essa roupa, usa aquela roupa, usa esse acessório, esse sapato com aquilo ali, assim.

Esse perfume não, esse perfume é muito forte, para cá para lá, coloca a lente de contato, não, agora coloca o óculos… Então assim, vai haver uma composição da imagem como um todo.

E nesse lugar, é possível que tenha ali um ponto de atendimento que ela possa chamar um profissional para atender.

 

Mas o visagista não é um profissional de atendimento, ele é um profissional de elaboração de imagem e elaboração de projetos.

Os projetos surgem através da solicitação da cliente e a expertise, a inteligência do visagista.

Mas o visagista não é o profissional que executa o trabalho. Ele pode ser? Não, ele ainda é, porque nós estamos falando agora de 2015.

Mas no próximo século XXII os visagistas que vão estar no mercado não vão ter noção nenhuma do que é fazer uma escova, porque quem vai fazer a escova são outros profissionais.

Quem vai ser o visagista vai ser gente formada, gente com conhecimento, gente que quando olha para uma pessoa consegue ler essa pessoa, entender as suas formas, quais as funções dessas formas, e o que isso pode ter aderência à uma nova imagem.

Então o mercado está mudando? Não, o mercado já mudou.

Robson, eu vim estudando sobre o Visagismo, e eu vejo que há mais de 50 anos já tinham matérias falando sobre formatos de rosto, e o formato do cabelo, que compunha esse rosto.

Então você conseguiria harmonizar ou caracterizar ainda mais. E aí se vê que a coisa evoluiu. Porque até um tempo atrás eu já vi profissionais fazendo leitura só de uma face do outro com a própria mão.

Sendo seu aluno, eu participei da evolução da consultoria, onde você desenvolveu algumas ferramentas, e eu já vi pessoas falando que isso é maluquice. Por quê como você vai medir um rosto? Só que aí, você explicando, você detalhou que a ferramenta, como a gente está construindo uma imagem, precisa de ferramentas, e ali te mostra que você consegue ter uma precisão maior em medidas, em ver realmente o formato do rosto e outras medidas que são várias ferramentas.

Isso já foi uma evolução da mão para a ferramenta.

 

E aí eu pergunto de novo a questão do aplicativo, se vê muito aplicativo hoje, e eu acredito que as pessoas vão querer certas imagens, e aí o visagista então que vai propor, que vai criar o roteiro, o projeto, e outros profissionais vão executar.

Exatamente isso. Desculpa te interromper, mas, assim, quando a gente pensa na história do cinema, a gente fala do Max Factor, ele criou um aparelho para encontrar o que fazer com a aparência das personagens, das atrizes, dos atores, e encontrar como ele iria potencializar essa beleza.

Existia um aparelho, que era um capacete, e que quem olha hoje acha que o cara era louco.

Então as ferramentas que nós acabamos desenvolvendo na universidade, para que os alunos pudessem encontrar através daquelas formas, daquelas peças geométricas, aguçar melhor o seu olhar na aparência de uma consumidora.

Então, na verdade, essa convergência, das ferramentas, das réguas, elas vieram, principalmente, por conta de que o profissional precisa exercitar os seus olhos, e saber que nada é fruto de “achologia”, tudo é fruto de pesquisa e de estudo.

Então quando nós pensamos em livros, livros são ferramentas importantes para autoconhecimento, mas verdadeiramente os livros precisam ter pesquisa científica, artigos científicos publicados, porque quanto mais isso acontece, mais fortalece o trabalho do visagista.

 

Quando nós pensamos em 1934, que é mais ou menos a data que Fernand Aubry falou a primeira vez a palavra Visagismo, é porque ele viu um jardineiro… enfim, essa história muita gente já conhece, mas o que ocorre é o seguinte, enquanto o jardineiro, não era jardineiro, era paisagista, então se o Fernand Aubry trabalhava com maquiagem, na excelência do seu trabalho era maquiador, fazia cabelo mas ele era maquiador, por excelência, então ele também se intitulou, ele mexia com visage era o rosto, então ele era um visagista.

Então, quando a gente pensa nisso, a gente fala que em 1934 a primeira vez que pronunciou a palavra, em 1937 nós temos documentos que comprovam que em 1937 tanto o Visagismo quanto o visagista já era fruto de divulgação através de cartazes, conhecidos popularmente como “lambe-lambe”, isso é real, é fato.

Estou falando de quase 100 anos atrás, e passou assim, em um minuto.

As ferramentas, os recursos, tudo isso faz com que o profissional entenda que não dá mais para ficar parado, que ele tem que se mobilizar, tem que se movimentar, tem que ler, tem que saber falar melhor, ele tem que saber interpretar o desejo da cliente e depois falar para ela se é exatamente o que ele entendeu e como ele vai executar isso.

 

Ele vai executar isso em forma de projetos, detalhamentos, passo a passo, e vai encaminhar para um cabeleireiro, encaminhar para um maquiador, encaminhar para uma esteticista, encaminhar para um cirurgião plástico, para um dentista.

Nós acabamos agora de fazer um artigo científico. Eu e o Doutor Aranha, que é um dentista bastante conhecido no mercado, fizemos um artigo científico através das próteses dentárias e encontrar qual é a proporção de ouro de cada dente.

Por quê a gente esta tentando descobrir a proporção de cada dente? Porque existem recursos de embelezamento dos dentes fantásticos hoje, mas aí você vê uma pessoa com um sorriso que parece que pintou tudo de branco.

E o dente, individualmente, ele tem uma imagem pessoal, cada dente dentro da boca, então nós estudamos cada dente, cada posição, cada formato através do formato de rosto e encontramos qual é o ponto de ouro em cada dente.

Então a gente sabe que quando a pessoa colocar mesmo um dente, que seja produzido por uma prótese, um dente feito em um laboratório, esse dente tem que ter um lugar onde vai brilhar, onde vai parecer muito mais natural que aquele dente anterior.

Então não basta ter os dentes bonitos e brancos, tem que ter o dente com aspecto de natural.

Não importa só ter os dentes brancos e bonitos, precisa ter o ponto de ouro, em cada dente, onde é o lugar exato do brilho de cada dente.

Então quando você sorrir, o brilho aparece pontuado naquele dente, nesse, naquele, em lugares diferentes, o que passa a imagem de um dente bonito e natural.

Quando nós falamos dos óculos, os óculos têm um formato, os óculos vem a compor o rosto, como? Existe um tamanho do olho, existe o olho, a sobrancelha e a parte da base que não pode encostar no rosto.

 

Existe a diferença entre os olhos, existe a expansão do formato do rosto lateral, existe o perfil do rosto, seja reto, seja côncavo ou convexo.

Existe o tom de pele, existe o tom de roupas que a pessoa usa, existe a estação do ano… então tudo tem informação e tudo pode ser contemplado pelo Visagismo.

Isso é modernidade? Não, isso é necessidade, porque muita gente comprava de maneira desenfreada sem informação correta, comprava porque achou bonito na vitrine, quando ela colocava nela, ela não gostava mais, ela colocou, na loja, o óculos ficou bonito, mas no dia a dia dela, aquela iluminação da loja não é iluminação do lugar que ela trabalha, então aquele óculos não fica bacana para ela.

Então a gente está falando do que? De óculos? De brincos? De carro? De comida? Do que a gente esta falando? Estamos falando aqui da imagem pessoal.

Eu acredito que seja a composição.

A composição geral da imagem, então, assim, as pessoas as vezes ficam muito presas em um conceito, como se fosse uma religião, ou seja, ela escuta, acredita, tem fé, e não questiona.

Mesmo as coisas que eu falei na universidade, que eu falo até hoje nas universidades, nas palavras que eu faço, nos workshops, nos cursos que eu ministro, eu sempre falo para a pessoa: “não acredite no que eu digo, pesquise”, porque a medida que cada um pesquisa a gente sempre está dando um passo adiante, e eu estou falando aqui hoje para você do século XXII.

O Visagismo e o século XXII. Por quê? Porque o Visagismo é a nova profissão no mercado de beleza.

O Visagismo vai ser, com certeza, o recurso que os profissionais de beleza visagistas vão encontrar melhor como desenvolver um projeto para sua cliente, mas esse profissional visagista não vai ser executor.

Ele não vai ser executor. O mercado vai mudar.

 

Você falou sobre ferramentas, você falou sobre o trabalho para criar projetos, isso seria um consultor, que você vai estar propondo serviços, indicando.

Perfeito.

Existe uma nuvem, que ela acaba dividindo alguns profissionais, alguns acham que precisam cobrar pela consultoria, outros não, que é só mais um serviço, mais um conhecimento dentro do serviço. O que você acha? Cobra ou não cobra? Porque você fez um trabalho, isso demorou um tempo, isso tem uma estrutura, isso tem um gasto.

Longe de mim querer resolver o problema de todos, mas vou dar a minha visão.

Quando eu participo de um curso seja ele workshop, vivência, seja no que for, quando eu saio do meu lugar comum, eu levanto da cadeira, e vou até um lugar participar de um curso, eu pago por esse curso, eu tenho despesa para eu me locomover para eu ir de onde eu trabalho até esse lugar, eu tenho que me alimentar, eu tenho que investir em livros, em ferramentas, e uma série de coisas para entender, por que que eu não vou vender esse serviço? Se eu comprei eu tenho que vender.

Não é justo que eu compre e depois não possa vender.

Então assim, o serviço de Visagismo, enquanto curso técnico, torna a pessoa, na minha visão, um estilista, que é um cabeleireiro que sabe ler um projeto visagista.

Entretanto tem visagistas graduados, visagistas pós graduados, visagistas hoje que fazem mestrados focados em Visagismo e tem até profissionais trabalhando em doutorado na ECA na USP em Visagismo.

 

Então assim, se esses profissionais estão estudando tanto, estão trabalhando tanto, para que? Para depois doar os seus serviços? Não, eu não acredito.

Eu acredito que cada vez mais esse serviço vai ser vendido. Eu, por exemplo, sempre preguei essa informação que a Consultoria Visagista deveria ser vendida, apartada do serviço executado.

Você tem o direito de aprender e pagar por esse conhecimento e depois vender esse conhecimento para outras pessoas.

Você paga pelo conhecimento e depois tem o direito de vender o conhecimento.

O Visagismo é uma profissão, quer a gente queira, quer não. A Consultoria Visagista ela é vendida.

Nós vendemos hoje a Consultoria Visagista.

Eu vou colocar o preço, mas vou dizer para você qual a data de hoje, hoje é 19 de Fevereiro de 2015. Nós vendemos a Consultoria Visagista Facial Parcial por R$ 980,00.

Nós vendemos um Consultoria de Beleza com até 14 projetos por R$ 3.900,00. Nós vendemos uma Consultoria Visagista Plena que pode contemplar até 40 projetos por R$ 5.400,00.

Isso é comercializado hoje.

Nós já vendemos hoje. Nós começamos em agosto do ano passado com uma demanda de 74 consultorias/mês.

Então eu digo para você assim, o que eu vou fazer? Eu vou dar para as pessoas? Eu mal tenho tempo de cortar o cabelo agora, porque eu me dedico totalmente a Consultoria Visagista como atividade principal. Então assim, quem vai executar esse trabalho? Qualquer profissional, qualquer profissional que possa receber o projeto lá e entender o passo a passo.

Que o profissional do meu tempo, contemporâneo, a minha execução profissional de cabeleireiro, nós olhávamos para o cabelo de uma cliente e tentávamos reproduzir, sem conhecimento nenhum, a busca era só a imagem, qual imagem? Esse cabelo eu tentava reproduzir na outra, que as vezes tinha um fio diferente, um movimento diferente, uma cor diferente, uma textura diferente, um porosidade diferente, então assim, o mercado é muito extenso e muito longo.

Eu vou fazer um comentário aqui, porque as pessoas sempre falam que eu sou meio maluco, de maluco eu não tenho nada, mas às vezes eu sonho, e nos meus sonhos, as pessoas não tem mais cabelo.

Então, imagine eu como profissional da área de beleza há 41 anos, que eu corto, escovo, faço colorações, mechas, penteados, maquiagens, há 41 anos sonhar que a pessoa não tem mais cabelo.

Parece que a minha atividade profissional vai acabar.

Então eu digo assim, piração do meu sonho? Talvez. Mas talvez um sinal. Porque quando você estuda muito e lê muito, essas informações todas ficam flutuando na sua cabeça.

Quando você vai dormir essas conexões podem sofrer ligações, então você passa a pensar que o cabelo é importante pra imagem? É. E quem não tem cabelo? É feio? Não, tem muitas pessoas que não tem cabelo que são muito bonitas.

Nós vivemos em uma época de evolução.

Nós vivemos em um momento onde os recursos que estão a disposição do consumidor casa vez mais são de  extremamente fácil acesso, barato, e o que a pessoa quer é fugir da ditadura de ser parecido com alguém.

Mas viver a democracia e uma imagem pessoal que comunique quem ela deseja parecer para as pessoas.

Ela não quer parecer com um grupo, ela quer parecer com ela.

O que ela quer comunicar? Aquilo que ela é, aquilo que ela tem de conhecimento, tudo o que ela tem de potencial para executar sua atividade profissional.

Então não existe mais ditadura, não existe mais nada que está formatado.

O que existe hoje são novas possibilidades.

 

E eu posso dizer para você e para as outras pessoas que nos circulam diariamente, e que estão no nosso convívio secular:

“o Visagismo é a profissão do futuro.”

Bem-vindo ao século XXII.

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